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sexta-feira, 23 de março de 2012

Feliz Sábado!


Vencendo quem já foi vencido

Às vezes o inimigo brinca conosco, como um gato com o rato. Deixa-nos sair um pouco, deixa-nos pensar que estamos livres, para depois atacar com força e ferir, machucar e humilhar.

Por quê? Por que tem que ser assim?
Do outro lado da rua, lá na montanha solitária foi pendurado um Deus-homem não só para dar perdão, mas também para dar poder. Quando Ele morreu, o inimigo pensou que tinha vencido, mas ao terceiro dia, ressurgiu das entranhas da terra um Cristo vitorioso. Ressuscitou. Hoje vive. Vive para dar poder. Olhe para a tumba vazia. Olhe para o céu e veja o Gigante da História disposto a vencer em seu favor. Cristo venceu! Venceu Seu inimigo no deserto. Venceu-o na cruz. Venceu-o na morte. Só resta vencer em nosso coração. Aí a decisão é nossa. Ele não pode vencer em nosso coração se não permitirmos.
Nosso inimigo é um inimigo vencido. Está lutando desesperadamente, “como um leão buscando a quem devorar sabendo que tem pouco tempo”, porque ele reconhece que está vencido.
Conta uma lenda antiga que um guerreiro estava lutando na batalha, com a cabeça decepada, mas estava tão envolvido na luta que mesmo sem cabeça estava matando muita gente, até que alguém olhou para ele e disse: “Você está sem cabeça. Você está morto.” Aí o guerreiro caiu e parou de lutar.
É isso aí meu amigo. Estamos lutando contra um inimigo sem cabeça. Cristo já o venceu. Vencerá também em nosso coração? Você nunca está sozinho.

Pr. Bullón.

Cedros do Líbano
Assessoria 2012

domingo, 26 de fevereiro de 2012

REFLITA:

O PONTO NEGRO 


Certo dia, um professor chegou à sala de aula e disse aos alunos para  prepararem - se para uma prova - relâmpago.
Todos acertaram suas filas e aguardaram, assustados, o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas. 
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. 
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. 
Temos motivos para comemorar sempre! 
A natureza que se renova os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.


Não Foque apenas os problemas. Identifique as oportunidades e  tenha uma ótima semana!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Quando o coração enxerga mais que os olhos....

Há muito tempo atrás um casal de idosos morava em uma humilde casinha de madeira. Tinham uma vida muito tranquila, alegre e se amavam muito. Eram felizes curtindo sua velhice juntos.

Até que então houve um acidente. A senhora estava em sua cozinha quando por descuido um pano tocou as chamas do fogão. Em minutos o incêndio tomou a cozinha e as chamas atingiram suas roupas.

O esposo acordou com seus gritos e foi até a cozinha. Lá encontrou-a praticamente coberta pelas chamas. Na tentativa de salvá-la, o fogo atingiu seus braços. Mesmo com os braços em chamas, conseguiu apagar o fogo da roupa de sua esposa e retirá-la da casa.

Quando os bombeiros chegaram não havia muito o que salvar da casa. Levaram o casal de velhinhos rapidamente para o hospital mais próximo, onde foram internados.

Em algum tempo aquele senhor, menos atingido pelo fogo, teve alta e foi ao encontro de sua amada na UTI. Pediu para um enfermeiro que o levasse até ela.

Deitada em seu leito a senhora não pensava em viver mais. Extensas queimaduras cobriam seu corpo e sua face. Lembrava de sua vida feliz ao lado do esposo e pensou no que seria do restante de sua vida agora... Entre lágrimas fechou seus olhos e desejou a morte.

Assim não percebeu a chegada de seu marido ao lado de sua cama, conduzido pelo enfermeiro. Ambos estavam ali há algum tempo...

- Tudo bem com você meu amor? - Perguntou ela ao esposo, disfarçando a voz embargada pelas lágrimas...

- Estou bem, sim - respondeu ele - pena que o fogo e a fumaça atingiram meus olhos e quase não posso mais enxergar. Mas fique tranquila, meu amor. Sua beleza está gravada em meu coração para sempre...

Então a senhora, triste pelo seu esposo, pensou consigo mesma:

- Como Deus é bom. Conservou meu marido com vida apesar de suas queimaduras, mas tirou-lhe a visão para que não presencie esta deformação em mim. As chamas queimaram muito meu corpo e seria para ele uma decepção conviver com um monstro... Obrigado, Senhor!

Passado o tempo suficiente para que a senhora deixasse o hospital, reuniram suas economias e mudaram-se para outra casa onde ela amorozamente cuidava de seu querido e amado esposo. O esposo fazia o possível para ajudá-la, agradecido por tanto amor, afeto e carinho. Todos os dias, sem que passasse um em branco, ele lhe dizia:

- Como eu te amo. Você é linda demais. Você é e sempre será a mulher da minha vida!

E assim viveram por mais 20 anos até que a senhora veio a falecer em ditosa velhice.

Chegado o dia de seu enterro, quando todos se despediam da bondosa senhora, veio aquele marido. Com os olhos em lágrimas, sua bengala nas mãos, mas sem seus habituais óculos escuros...

Chegou perto do caixão sem a ajuda de ninguém, beijou e acariciou o rosto marcado de sua amada, e disse em um tom apaixonante:

- Como você é linda, meu amor. Eu te amo muito...
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